As mentiras do Apocalipse Protestante! 

Outro FUNDAMENTO que estava em ROMA antes de PAULO

Outro FUNDAMENTO que estava em ROMA antes de PAULO

Resposta:

E me empenhei por anunciar o Evangelho onde ainda não havia sido anunciado o nome de Cristo, pois não queria edificar sobre fundamento lançado por outro. Fiz bem assim como está escrito: Vê-lo-ão aqueles aos quais ainda não tinha sido anunciado; conhecê-lo-ão aqueles que dele ainda não tinham ouvido falar (Is 52,15). Foi isso o que muitas vezes me impediu de ir ter convosco.”(Cata de São Paulo aos Romanos, Capítulo XV, Versos XX ao XXII)

Queridos irmãos Católicos, observem as palavras de SÃO PAULO (NA MESMA CARTA USADA PELO HEREGE), segundo o Apóstolo Gentio, ele, ainda não tinha ido para ROMA, pois, em ROMA, já haviam sido anunciado o Evangelho. Como se não bastasse, SÃO PAULO, ainda diz: “Em ROMA, já existia outro FUNDAMENTO". Ou seja, outro Apóstolo pregando o Evangelho. Todos nós sabemos, o que são os fundamentos Apostólicos (Efésios 2: -20).

Infelizmente, a vida protestante está cada vez mais difícil, eles se superam a cada dia, e, ainda, se perdem em seus próprios devaneios.

Certo protestante, um dia desses, publicou um artigo onde dizia: “Euzébio afirma que Pedro nunca exerceu um ministério em ROMA”. Porém, quando provamos que, Euzébio, além de afirmar que, SÃO PEDRO, exerceu seu ministério em ROMA, também diz: “Esse ministério foi de vinte e cinco anos”, o autor desse artigo, muda de ideia, esquece o bispo de Cesareia, e, começa atirar para todos os lados. Principalmente no: EU ACHO.

Todos os padres da igreja, aliás, os padres que foram testemunhas OCULARES na época, afirmam que, esse OUTRO FUNDAMENTO, era, PEDRO. Mas, os protestantes, sabem mais do que os padres que conviveram com PEDRO. Observem aonde chega à esquizofrenia protestante. Eles se sentem no direito de questionar, aqueles que conviveram com SÃO PEDRO.  

Usando esse mesmo artifício, eles inventaram que: A igreja matou na época da inquisição, sendo que não existe uma fonte da época que afirme isso, eles inventaram que a igreja era aliada de Hitler, quando na verdade, os protestantes se aliaram a Hitler, deram até uma igreja para o danado, ao contrário do Santo Padre, pois, o mesmo, recebeu uma placa da comunidade judaica, em agradecendo pelos serviços prestados (Ao povo Judeu) durante a guerra. 

Essa é a vida protestante, mentira em cima de mentira.

Bem, depois de toda essa ladainha, eles querem provar que, Pedro nunca esteve em ROMA, para isso, tentam usar A CARTA DE SÃO PAULO AOS ROMANOS. Ainda, têm a capacidade de dizer: “São Paulo foi a ROMA, porque ninguém nunca anunciou o Evangelho lá”. E não para por ai, os herege, dizem que: “Pedro nunca pregou em ROMA, porque São Paulo ao chegar a ROMA, foi falar com os JUDEUS (não gentios) e esses JUDEUS nada sabiam a respeito dele (SÃO PAULO)”.

Como vimo no primeiro verso por mim citado, SÃO PAULO, Apóstolo Gentio, afirma que em ROMA, já existia outro Apóstolo anunciando o Evangelho. Mas, os ALONICOS, não leem essa parte, é proibido dentro do protestantismo.

Aliás, não leram essa parte também:

A todos os que estão em Roma, queridos de Deus, chamados a serem santos: a vós, graça e paz da parte de Deus, nosso Pai, e da parte do Senhor Jesus Cristo! Primeiramente, dou graças a meu Deus, por meio de Jesus Cristo, por todos vós, porque em todo o mundo é preconizada a vossa fé.”(Cata de São Paulo aos Romanos, Capítulo I, Versos VII ao VIII)

São Paulo elogia a fé dos romanos, que acreditavam em quem? Em Hércules?

Ninguém havia anunciado o Evangelho em um lugar que era exemplo de crença para outras comunidades?

Por fim, eles se esqueceram de ler essa aqui:

A vossa obediência se tornou notória em toda parte, razão por que eu me alegro a vosso respeito. Mas quero que sejais prudentes no tocante ao bem, e simples no tocante ao mal.”(Cata de São Paulo aos Romanos, Capítulo I, Versos VII ao VIII)

Mais uma vez, SÃO PAULO, elogia a fé de ROMA, onde, não havia Bispo, Apóstolo, Evangelho e igreja!

Se eles tivessem lido o primeiro verso por mim citado, entenderiam todos esses outros textos, aliás, já teriam se convertido a única Igreja de Cristo. Mas, o pastor proíbe essa leitura.

Falando agora sobre os JUDEUS, no qual, SÃO PAULO, convocou uma reunião.

Será que PEDRO foi a ROMA pregar para os JUDEUS? Observem o print:

Só eu percebi isso, ou, o herege não citou no nome: GENTIOS? Não tenho outras palavras para esse herege, a não ser: FILHO DE SATANÁS.

Qualquer pessoa que tenha o mínimo de conhecimento Bíblico, o mínimo, saberia que, naquela altura do campeonato, há tempos, os Apóstolos tinham mandado os JUDEUS para o espaço. Inclusive PEDRO, assim como São Paulo, Pedro, foi um dos primeiros Apóstolos perseguido pela comunidade judaica, aliás, Pedro, só não morreu decapitado em JERUSALÉM (prostituta da Babilônia), por causa de um livramento Divino.

Quem não se lembra das palavras de PEDRO, no concílio de JERUSALÉM?

“Ao fim de uma grande discussão, Pedro levantou-se e lhes disse: Irmãos, vós sabeis que já há muito tempo Deus me escolheu dentre vós, para que da minha boca os pagãos ouvissem a palavra do Evangelho e cressem.”(Atos dos Apóstolos, Capítulo XV, Verso VII)

Meu Deus! PEDRO é enviado para pregar aos GENTIOS, mas, os protestantes, insistem que ele foi a ROMA, pregar para os JUDEUS! (risos)

Na verdade, nem mesmo, SÃO PAULO, Apóstolo Gentio, foi a ROMA pregar para algum JUDEU, naquele tempo, as perseguições contra os Cristãos (Profetizado por Jesus Cristo em Mateus XXIV), já estava acontecendo. SÃO PAULO foi levado a ROMA, por causa da perseguição JUDAICA. Ele mesmo abriu mãos dos JUDEUS.

Observem:

“Todos os sábados ele falava na sinagoga e procurava convencer os judeus e os gregos. Quando Silas e Timóteo chegaram da Macedônia, Paulo dedicou-se inteiramente à pregação da palavra, dando aos judeus testemunho de que Jesus era o Messias. Mas como esses contradissessem e o injuriassem, ele, sacudindo as vestes, disse-lhes: O vosso sangue caia sobre a vossa cabeça! Tenho as mãos inocentes. Desde agora vou para o meio dos gentios.”(Atos dos Apóstolos, Capítulo XVIII, Versos IV ao VI)

Alguém, com o mínimo de conhecimento Bíblico, acredita que, SÃO PAULO, foi a ROMA, pregar para os JUDEUS? (Os gentios já estavam evangelizados)

Então os ALONICOS perguntarão? Por que, PAULO, quanto chegou a ROMA, convocou os JUDEUS que nada sabiam de JESUS CRISTO.

Primeiro – Os JUDEUS, até hoje não sabem nada de Jesus Cristo, na época, não era diferente. Segundo – Quando SÃO PAULO, chega a ROMA, ele, convoca os membros da comunidade JUDAICA que ali viviam, para expor o que havia acontecido em JERUSALÉM, a fim de evitar novas perseguições por parte dos JUDEUS.

O que SÃO PAULO fez? Ele apenas esclareceu que, não havia cometido os crimes, no qual, ele, estava sendo acusado. Naquela altura do campeonato, converter um JUDEU, era a última coisa que os Apóstolos esperavam.

Agora eu irei colocar TODO O TEXTO:

ATOS DOS APÓSTOLOS CAPÍTULO XXVIII.

“15. Os irmãos de Roma foram informados de nossa chegada e vieram ao nosso encontro até o Foro de Ápio e as Três Tavernas. Ao vê-los, Paulo deu graças a Deus e se sentiu animado. 16. Chegados que fomos a Roma, foi concedida licença a Paulo para que ficasse em casa própria com um soldado que o guardava.”

Explicação: São Paulo chega a ROMA, a igreja, aquela mesma, no qual, os protestantes juram que não existia, foi receber SÃO PAULO. Pena que os ALONICOS, não leem essa parte do texto, pois, essa igreja, era formada, por GENTIOS, e, não por JUDEUS.

Gentios que foram convertidos, pelo outro Apóstolo (fundamento) que anunciou o Evangelho em ROMA. Querem saber quem é esse outro Apóstolo? Todos os padres da igreja que foram testemunhas oculares, afirmam ser: SÃO PEDRO.

“17. Três dias depois, Paulo convocou os judeus mais notáveis. Estando reunidos, disse-lhes: Irmãos, sem cometer nada contra o povo nem contra os costumes de nossos pais, fui preso em Jerusalém e entregue nas mãos dos romanos.”

Observem como SÃO PAULO, convoca os JUDEUS, para explicar, o que aconteceu em JERUSALÉM, a fim de evitar novas perseguições.

“18. Estes, depois de terem instruído o meu processo, quiseram soltar-me, visto não achar em mim crime algum que merecesse morte. 19. Mas, opondo-se a isso os judeus, vi-me obrigado a apelar para César, sem intentar contudo acusar de alguma coisa a minha nação.”

Continuando, SÃO PAULO, explica como foi seu julgamento, e, como os JUDEUS, foram contra o veredito.   

“20. Por esse motivo, mandei chamar-vos, para vos ver e falar convosco. Porquanto, pela esperança de Israel, é que estou preso com esta corrente.”

Aqui vem a explicação: SÃO PAULO, diz que o motivo da reunião, foi por causa da perseguição que, aconteceu em JERUSALÉM.  

“21. Responderam-lhe eles: Não temos recebido carta alguma da Judéia, que fale em ti, nem de lá tem vindo irmão algum que nos dissesse ou falasse mal de ti.”

Então, os JUDEUS dizem: NÃO SABEMOS NADA SOBRE VOCÊ.

Isso é fato! SÃO PAULO, Apóstolo Gentio, estava falando com JUDEUS, e, não com os GENTIOS. Os gentios foram àqueles convertidos (Pelo outro fundamento) que recepcionaram SÃO PAULO.

“22. Quiséramos, porém, que tu mesmo nos dissesses o que pensas, pois o que nós sabemos dessa seita é que em toda parte lhe fazem oposição.”

A comunidade JUDAICA, sem saber o que estava acontecendo, pede para que, SÃO PAULO, se explique, pois, a única coisa que eles, JUDEUS, sabiam, é que o Cristianismo fazia oposição à lei.

Como eu citei acima, SÃO PAULO, falava com os JUDEUS, e, não com os GENTIOS. A conversa era a fim de evitar novas perseguições, agora, em ROMA.

“23. Marcaram um dia e muitos foram procurá-lo no albergue onde se achava hospedado. A entrevista durou desde a manhã até a tarde. Paulo expôs-lhes o Reino de Deus e apresentou, sempre de novo, testemunhos destinados a convencê-los a respeito de Jesus, baseando-se na Lei de Moisés e nos profetas.”

Então, os JUDEUS, marcaram um dia para que, SÃO PAULO, pudesse expor melhor, a doutrina por ele pregada. SÃO PAULO, tentar convencê-los de que, JESUS CRISTO, havia cumprido as Escrituras Sagradas. A fim de evitar novas perseguições.

“24. Alguns se persuadiram pelas suas palavras, outros não acreditaram. 25. Não estando concordes entre si, retiraram-se, enquanto Paulo lhes fazia esta reflexão: Bem falou o Espírito Santo pelo profeta Isaías a vossos pais, dizendo: 26. Vai a este povo e dize-lhes: Com vossos ouvidos ouvireis, sem compreender. Com vossos olhos olhareis, sem enxergar. 27. Coração obstinado o deste povo, ouvido duro, olhos fechados, para não verem com a vista, nem ouvirem com o ouvido, nem entenderem com o coração, e se converterem e eu os curar (Is 6,9s.). 28. Ficai, pois, sabendo que aos gentios é enviada agora esta salvação de Deus; e eles a ouvirão. 29. [Havendo dito isso, saíram dali os judeus, discutindo animosamente entre si.]”.

Para terminar a explicação.

Alguns JUDEUS se convenceram, enquanto, outros, continuaram sem dar credibilidade ao Cristianismo, porém, no fim, todos se retiraram e continuaram seguindo a lei judaica. Pelas palavras de SÃO PAULO, podemos concluir:

Os JUDEUS continuaram cegos, mesmo sendo uma comunidade em ROMA. Agora eu pergunto:

O que tem a ver, SÃO PAULO, convocar a comunidade JUDAICA, para evitar novas perseguições, com a HERESIA de que, SÃO PEDRO, nunca exerceu seu ministério em ROMA?

O cabra tem que ser muito PILANTRA para tentar manipular um texto desses, e, defender suas HERESIAS.

Como vimos: Antes de SÃO PAULO chegar a ROMA, o Evangelho já havia sido anunciado, já existia uma igreja e um Apóstolo (Fundamento) exercendo seu ministério em ROMA.

E me empenhei por anunciar o Evangelho onde ainda não havia sido anunciado o nome de Cristo, pois não queria edificar sobre fundamento lançado por OUTRO. Fiz bem assim como está escrito: Vê-lo-ão aqueles aos quais ainda não tinha sido anunciado; conhecê-lo-ão aqueles que dele ainda não tinham ouvido falar (Is 52,15). Foi isso o que muitas vezes me impediu de ir ter convosco.”(Cata de São Paulo aos Romanos, Capítulo XV, Versos XX ao XXII)

Com certeza, um ALONICO virá com a ideia: “Esse outro apóstolo não era PEDRO. Isso é normal no meio desse bando.

Bem, espero provas documentais e fontes da época, onde afirme que, SÃO PEDRO não era esse OUTRO FUNDAMENTO.

Para terminar meu artigo, vou deixar exporta as palavras de Euzébio, Bispo de Cesareia. Ele afirma que: SÃO PEDRO foi levado a ROMA, por providência DIVINA, esse farto, ocorreu durante o reinado de CLAUDIO (41 – 53 DC), em um momento que, SÃO PEDRO, vinha levando o Evangelho do oriente para o ocidente, ou seja, a missão de SÃO PEDRO, naquele momento, era levar o evangelho para o ocidente, onde, ele estabeleceu seu ministério em ROMA.

“Não chegaria muito longe esta prosperidade. De fato, pisando em seus calcanhares, durante o próprio império de Cláudioa providência universal, santíssima e amantíssima dos homens, levava sua mão em direção a Roma, como contra um tão grande flagelo da vida, o firme e grande apóstolo Pedro, porta-voz de todos os outros devido a sua virtude. Como nobre capitão de Deus, equipado com as armas divinas, Pedro levava do oriente aos homens do ocidente a apreciadíssima mercadoria da luz espiritual, anunciando a boa nova da própria luz, da doutrina que salva as almas: a proclamação do reino dos céus.”(História Eclesiástica de Euzébio de Cesareia, Capítulo XIV, Livro II, Verso VI)

Mais uma vez, as Escrituras Sagradas e a História documentada, vence o embuste protestante.

Autor: Cris Macabeus.

 

Pregação do apóstolo Pedro em Roma

 


ALERTA: TODOS OS CRISTÃOS.

 

SÃO PEDRO: EXERCEU SEU MINISTÉRIO EM ROMA, DESDE OS TEMPOS DE CLÁUDIO. EUZÉBIO DE CESAREIA RELATA ISSO.

Claudio: foi imperador romano de (41 – 53 DC), ou seja, desde Claudio, SÃO PEDRO JÁ ERA BISPO DE ROMA.

"Um documento diz que Fílonnos tempos de Cláudiochegou a Roma para conversar com Pedroque então estava pregando aos dali. Isto na verdade pode não ser inverossímil, já que a própria obra de que falo - composta por ele mais tarde, passado muito tempo - contém claramente as regras da Igreja, observadas ainda em nossos dias."(História Eclesiástica de Euzébio de Cesareia, Livro II, Capítulo XVII, Verso I)

A cada dia, esses protestantes, se superam em suas ações diabólicas.

Prestem atenção no que me enviaram hoje:

No caso, O FOCINHO DELE, se chama CRÔNICAS DE EUZÉBIO.

Para sabedoria do leitor, Euzébio, bispo de Cesareia, não escreveu apenas HISTÓRIA ECLESIÁSTICA, ele como um Grande Historiador, também, escreveu CRÔNICAS. Foi nessa obra que ele fez essa citação:

“Pedro, de nacionalidade Galileia, o primeiro pontífice dos cristãos, tendo inicialmente fundado a Igreja de Antioquia, se dirige a Roma, onde, pregando o Evangelho, continua vinte e cinco anos Bispo da mesma cidade.” (Crônicas de Eusébio Página 261 parágrafo 2)

Segundo esses hereges, a citação não é confiável, pois, a obra foi perdida e, o que temos hoje, não passa de uma cópia feita por, Jerônimo, em Latim, e, outra em Armênio (autor desconhecido). Meu Deus! O cara acabou com a credibilidade do NOVO TESTAMENTO, pois, o que temos hoje, são apenas cópias, sendo que, os registros mais antigos dos manuscritos do (NT), datam do III século, poucas coisas existem antes disso.

Agora eu pergunto: Vamos acabar com a credibilidade do (NT) porque seus manuscritos originais não existem mais? MAIS UM ABACAXI PARA ESSE BANDO DESCASCAR.

Graças a Deus, aliás, por obra de Deus, Jerônimo, nos deixou registrada essa maravilhosa obra de Euzébio. TUDO QUE É DE DEUS, NÃO SE ACABA, se preserva para todo o sempre.

Para quem quiser saber mais sobre essa maravilhosa obra de Euzébio, é só acessar:

http://www.ccel.org/ccel/pearse/morefathers/files/jerome_chronicle_03_part2.htm

Em uma tentativa desesperada, o autor desse embuste, fez um artigo se defendendo:

O embusteiro diz: Euzébio afirmou que LINO foi o primeiro Bispo de Roma.

A Universidade Federal do Paraná está em decadência total! Se um ser como esse, na verdade, um EMBUSTEIRO, passou no vestibular, realmente, o nível da universidade, chegou ao fundo do poço.

Isso é interpretação: DEPOIS DE PAULO E PEDRO, Lino foi o primeiro Bispo de Roma. MEU DEUS! O que ele não conseguiu entender? Caramba, a igreja de ROMA, não possuía um Bispo na época de Pedro e Paulo? Aliás, o que os dois faziam lá? A IGREJA SEM BISPO (Risos)

Euzébio faz o mesmo tipo de citação à respeito de Tiago, Justo, Bispo de Jerusalém.

“Mas dos de Antioquia, depois de Evodioprimeiro que foi instituído, no tempo de que falamos era muito conhecido o segundo: InácioIgualmente nestes mesmos anos, o ministério da igreja de Jerusalém era exercido por Simeãosegundo depois do irmão de nosso Salvador.” (História Eclesiástica de Euzébio de Cesareia, Livro III, Capítulo XXII, Verso I)

Segundo esse bando, Tiago irmão do Senhor (risos), também, não foi Bispo de Jerusalém, aliás, segundo esse raciocínio, ainda existiu outro Bispo entre Tiago e Simão. Pois o texto diz que Simão foi o segundo Bispo DEPOIS de Tiago, do mesmo modo que, CLEMENTE, foi o terceiro Bispo depois de Pedro. MAIS UM ABACAXI PARA ESSE BANDO.

Vou dar um exemplo:

“Depois de Nelson Piquet, Ayrton Senna foi o primeiro Brasileiro campeão na F1.”

Imagina, quer dizer que Nelson Piquet não foi campeão?

Quanto a Lino, cuja presença junto dele [do Apóstolo Paulo] em Roma foi registrada na 2ª carta a Timóteo [cf. 2Tm 4,21], depois de Pedro foi o primeiro a obter ali o episcopado, conforme mencionamos mais acima” (História Eclesiástica de Euzébio de Cesareia, Livro III, Capítulo IV, Verso VIII)

Alexandre recebeu o episcopado em Roma, sendo o quinto na sucessão de Pedro e Paulo (História Eclesiástica de Euzébio de Cesareia, Livro IV, Capítulo I, Verso I)

Você quer virar protestante? Pense bem, pois é nisso que você se transformará!

 

POR: Rafael Rodrigues.

 

 

São Jerônimo falsificou os 25 anos de Pedro em Roma nas Crônicas de Eusébio?

INTRODUÇÃO


Há alguns dias, um amigo veio até nosso Grupo de Estudos Patrísticos no facebook, nos fazer a seguinte pergunta:
 

Boa noite a todos! É verdade que Eusébio não disse que Pedro passou 25 anos em Roma? Vi alguns protestantes dizendo que São Jerônimo adulterou as Crônicas de Eusébio, que os 25 anos não se encontram nos manuscritos antigos.” TE.

Esta é uma questão bem interessante de ser estudada, e mais interessante ainda porque há algum tempo quando eu trouxe esta citação a tona em uma das matérias deste site, alguns protestantes acusaram que era falsa, que tinha sido forjada por nós, e quem não existia em lugar algum das obras de Eusébio. Depois que lhes esfregamos a fonte na face, agora querem descredibilizá-la, afirmando que foi adulterada por São Jerônimo ou por alguém desconhecido.

Porém, antes de responder a questão de que “Jerônimo adulterou”, primeiro é preciso notar se as obras de Eusébio como um todo dão margem a Pedro estar em Roma 25 anos antes de sua morte ou realizando alguma atividade lá durante esses 25 anos.

 

A HISTÓRIA ECLESIÁSTICA DE EUSÉBIO CONFIRMA A ESTADIA DE PEDRO EM ROMA


Primeiro, mesmo que são Jerônimo tivesse adulterado alguma coisa, a História Eclesiástica de Eusébio nos dá fartas referências da estadia de Pedro em Roma durante o Reinado do Imperador Cláudio:

"Imediatamente depois, ainda no começo do império de Cláudio, a Providência universal, boníssima e cheia de amor aos homens,conduziu pela mão a Roma, qual adversário deste destruidor da vida, o valoroso e grande apóstolo pedro, o primeiro dentre todos pela virtude. autêntico general de deus, munido de armas divinas (Ef 6,14-17; 1Ts 5,8), trazia do Oriente ao Ocidente a preciosa mercadoria da luz inteligível, e anunciava, como a própria luz (cf. Jo 1,9) e palavra de salvação para as almas, a boa nova do reino dos céus." (Eusébio de Cesaréia - Livro II, Capitulo 14 Versículo 6)

Cláudio começou a reinar por volta do ano 41 d.C (ou 42), se Pedro morreu por volta do ano 67 d.C sob o reinado de Nero como o próprio Eusébio contra:

 "Pedro, contudo, parece ter pregado aos judeus da Diáspora, no Ponto, na Galácia, na Bitínia, na Capadócia e na Ásia (cf. 1Pd 1,1), e finalmente foi para Roma, onde foi crucificado de cabeça para baixo, conforme ele mesmo desejara sofrer.” (Eusébio de Cesaréia – Livro III, 1, 2)


Portanto (+-42) + 25 = (+-67), isto é Eusébio fala claramente que Pedro esteve exatamente 25 anos antes de sua morte em Roma. 

Mas o protestante não satisfeito pode objetar:

 "Isso não indica que ele permaneceu lá 25 anos, só indica que ele esteve em Roma 25 anos antes, ele pode ter ido embora depois".

Esta afirmação seria válida se Eusébio não mostrasse outras atividades de Pedro em Roma durante este tempo, sendo que ele foi pra lá para acabar com a idolatria a Simão Mago, o que não indica uma breve estadia. Outro Exemplo é que ele fala que Pedro também na Época do imperador Cláudio se relacionou com Filon, quando Pedro pregava em Roma:

Segundo se conta, sob Cláudio, Fílon em Roma relacionou-se com pedro, que então pregava aos seus habitantes. Isto é verossímil, visto que o escrito a que nos referimos, exarado por ele muito mais tarde, encerra evidentemente normas da Igreja, agora ainda observadas entre nós.” (Eusébio de Cesaréia – História Eclesiástica Livro II, Capítulo 17, 17(1))

 Filon não foi pra Roma exatamente no inicio do governo de Cláudio, podemos conjecturar que um par de anos depois, logo já temos a evidência da ida de Pedro 25 anos antes de sua morte e sua atividade apostólica ao Pregar aos romanos. Portanto, Eusébio registra que Pedro Pregava aos Romanos, ou seja, estava catequizando os romanos que tinham sido enganados por Simão o Mago que era tratado como um deus,  quando Pedro  foi e despedaçou suas heresias.

A terceira e mais interessante evidência é o relato de Eusébio que fala que Pedro escreveu sua Primeira Epístola de Roma:

 “Diz-se que o apóstolo conheceu o fato por uma revelação do Espírito. Alegrou-se com o desejo deles e aprovou o livro por meio de leitura nas assembleias. Clemente, no sexto livro das Hypotyposes conta essa história e a confirma com seu testemunho o bispo de Hierápolis, chamado Papias. Pedro menciona marcos na sua primeira carta que, diz-se, ele mesmo compôs em Roma, assinalando-a com o nome simbólico de Babilônia, no seguinte trecho: “A que está em Babilônia, eleita como vós, vos saúda, como também Marcos, o meu filho” (1Pd 5,13).” (Eusébio de Cesaréia – História Eclesiástica – Livro II, Capítulo 15, Versículo 2)

 Ora segundo a crítica tradicional (não a modernista da linha de Buttman que colocam a carta pra o ano 100 d.C) a Carta de Pedro não é de antes do ano 50 d.C.

Portanto, Eusébio relata as atividades de Pedro em Roma durante vários anos a fio, depois de sua chegada. Isso não quer dizer que Pedro não possa ter ido a outros lugares durante este tempo, o que seria normal para um apóstolo. Então 25 anos não quer dizer que ele ficou ali pregado em uma cadeira sem sair, ele naturalmente foi para outros lugares como é relatado no livro de Atos, ele presente no Concílio de Jerusalém (Atos 15).

 

AS CRÔNICAS[1] DE EUSÉBIO E OS 25 ANOS


Tendo mostrado que Eusébio suporta a ideia de Pedro 25 anos antes de sua morte em Roma, vamos à questão de São Jerônimo ter adulterado a obra de Eusébio. Eu já tinha lido esta argumentação anos atrás num blog protestante americano. Os protestantes brasileiros, depois de terem dito que esta citação não existia em nenhuma obra de Eusébio, que era uma adulteração católica, descobriram a argumentação deste blog, traduziram e agora querem nos fazer acreditar que isto é verdade. A citação de Eusébio

Pedro, de nacionalidade Galileia, o primeiro pontífice dos cristãos, tendo inicialmente fundado a Igreja de Antioquia, se dirige a Roma, onde, pregando o Evangelho, continua vinte e cinco anos Bispo da mesma cidade.” (Crônicas de Eusébio Página 261 parágrafo 2)

Fonte: (http://www.ccel.org/ccel/pearse/morefathers/files/jerome_chronicle_03_part2.htm)

Para falarem que São Jerônimo adulterou algo, eles usam a argumentação de um autor protestante, Edward Burton, do século 18, isto mesmo de 200 anos atrás, totalmente desatualizado para as evidências modernas! Este autor diz basicamente dos 25 anos:

 “Lemos na Crônica de Eusébio, no ano 43, que Pedro, depois de fundar a Igreja de Antioquia, foi para Roma, onde pregou o Evangelho por vinte e cinco anos e foi bispo daquela cidade. Mas esta parte da Crônica não existe no grego, nem no Armênio, e supõe-se ter sido uma das adições feitas por Jerônimo. Eusébio não diz o mesmo em qualquer outra parte dos seus escritos, embora ele mencione São Pedro, indo para Roma no reinado de Cláudio: mas Jerônimo diz-nos que ele veio no segundo ano deste imperador, e manteve a Sé vinte e cinco anos. Por outro lado, Orígenes, que é citado pelo próprio Eusébio, diz que Pedro foi para Roma no final da sua vida: e Lactâncio coloca isto no reinado de Nero, e acrescenta que ele sofreu o martírio não muito tempo depois. Portanto o testemunho dos Padres se não desmente expressamente a sua longa permanência em Roma, está pelo menos dividido. Eusébio, de fato, diz na sua história, como já observamos, que Pedro foi para Roma no reinado de Cláudio: mas essa passagem, se lida com atenção, parece implicar que ele não ficou lá por muito tempo. Os Atos dos Apóstolos também tornam impossível que ele tenha residido lá durante os dezoito primeiros anos após a Ressurreição, enquanto o segundo ano de Cláudio (que é o tempo mencionado por Jerônimo da sua ida para Roma ) calha com o nono ano depois da Ressurreição, ou AD 42. A história contida nos Atos pode talvez lhe permitir ter ido a Roma algum tempo no reinado de Cláudio, mas a sua visita deve ter sido curta: se seguirmos Eusébio, ela deve ter sido antes dos eventos registrados no capítulo 18 dos Atos”  (A description of the antiquities and other curiosities of Rome)

 O trecho a que chamamos atenção é este:

Mas esta parte das crônicas não existe no grego, nem no Armênio, e supõe-se ter sido uma das adições feitas por Jerônimo.”

É óbvio que existe no armênio, a única diferença do Armênio e a tradução de São Jerônimo é que o Armênio fala de “20 anos”, enquanto o “estudioso” desatualizado diz que não existe, alguns vão à onda, e incorporam seus “estudos”, sem nenhum filtro, a partir de uma afirmação falsa.

O Apóstolo Pedro, após ter fundado a Igreja de Antioquia, vai para a cidade dos Romanos, e lá prega o Evangelho, e continua bispo da Igreja lá 20 anos." (Tradução Armênia) [http://www.attalus.org/translate/eusebius.html#Armenian]

Será que São Jerônimo também adulterou a tradução armênia? Muito pouco provável.

Sobre isto também comenta, cirurgicamente, Thomas Livius que viveu algumas décadas após Edward Burton:

Os nossos adversários têm procurado aumentar o grau de dificuldade a partir do fato do texto original grego da Crônica de Eusébio não ser mais existente, e porque S. Jerônimo confessa que fez várias mudanças na sua paráfrase, também porque, Syncellus (século VIII), apreservou a Crônica de Eusébio, em sua Cronografia grega, nenhuma menção é encontrada dos 25 anos. A tudo isto respondemos que, além de paráfrase de S. Jerônimo, há sobrevivente também uma versão armênia da crônica de Eusébio aqui, é verdade, a passagem em questão tem o seu lugar sob o reinado de Calígula; isso, porém, é fácil de explicar pois o assunto da passagem é o fundamento da Igreja de Antioquia, que teve lugar naquele reinado, enquanto Eusébio, em sua História, nos diz expressamente que S. Pedro foi para Roma no reinado de Cláudio. Na versão armênia a passagem vem:

 O Apóstolo Pedro, após ter fundado a Igreja de Antioquia, vai para a cidade dos Romanos, e lá prega o Evangelho, e continua bispo da Igreja lá 20 anos.”

Sanguinetti apoia a opinião afirmativa, enquanto o Fr. Pio Gams, a partir do texto grego de Syncellus, conclui o contrário. A questão afinal de contas, no que diz respeito a Eusébio, parece ser de nenhum grande valor, uma vez que, tal como resulta da sua História Eclesiástica , ele coloca a chegada de São Pedro, em Roma, no início do reinado de Cláudioe seu martírio sobre o décimo quarto ano de Nero; e isso, por si só daria os 25 anos. Por conseguinte, pouco importa se a menção dos 25 anos foi uma adição feita por São Jerônimo as crônicas ou não.

Podemos, portanto, saber, o que pensar da imprudência do testemunho de Eusébio fora do contexto, e ter o peito para afirmar que nenhum argumento pode ser retirado de suas crônicas, com o fundamento de que não possui em seu original grego, e que o texto grego existente de Syncellus é do século XIde que a paráfrase de Jerônimo não é genuína, ou que em nenhum lugar em sua História, Eusébio afirma que S. Pedro esteve em Roma. Afirmações como estas são muito fáceis de refutar. Além do primeiro e segundo capítulos do Livro III de sua História, há o capítulo VI do Livro V, onde ele apresenta a lista dos pontífices romanos dados por S. Irineu, e diz que concorda com: ‘Em idêntica ordem e idêntico ensinamento na Igreja, a tradição proveniente dos apóstolos e o anúncio da verdade chegaram até nós

É, pois, evidente a partir do que vimos, que no século IV o episcopado romano de S. Pedro foi afirmado por homens da mais alta patente na Igreja, pela santidade e erudição como o fator mais determinante, baseado nos documentos históricos. Consequentemente, a partir desses depoimentos do século IV, juntamente com a maneira em que eles são dados, resulta claramente a prova histórica do fato.

É supérfluo aqui a observação de que poderíamos ter multiplicado muito  mais nossas autoridades, e citar, por exemplo, S. Epifânio, S. Atanásio,S. Ambrósio, S. Agostinho, Lactâncio, Orosius, S. Optatus de Milevis S. Pedro de Alexandria, e muitos outros a serem encontrado em Sanguinetti e Foggini.” (Thomas Livius - O Episcopado Romano do Príncipe dos Apóstolos  pg 16)

Para completar o que Thomas Livius fala, trazemos o que o Autor Protestante George Edmundson em seu Livro “A Igreja em Roma no século I” falou:

Eusébio de Cesaréia nos deixou duas listas dos bispos romanos, um na sua “História Eclesiástica”, a outra em sua Crônica. A primeira é a lista de Irineu, o início do que acaba de ser citado. O segundo é derivado da perdida “Crônica” de Hipólito, bispo de Portus, escrita cerca de meio século depois. Na ‘crônica’ o episcopado de São Pedro em Roma, é indicado ter durado 25 anos. Na ‘História Eclesiástica’ lemos - ‘Sob o reinado de Cláudio pela providência benigna e da graça de Deus, Pedro aquele grande e poderoso apóstolo, que por sua coragem assumiu a liderança de todo o resto, foi conduzido a Roma.’ Em outras passagens seu martírio com o de Paulo é representado como tendo lugar após a perseguição de Nero. O intervalo entre as duas datas seriam aproximadamente de cerca de 25 anos. Agora, é evidente que esses números, derivados como eles são, de homens como Irineu e Hipólito, que tiveram acesso aos arquivos e tradições em Roma em si, não podem ser descartados como pura ficçãoEles devem ter uma base de verdade por trás deles. Eusébio nos diz que, “após o martírio de Pedro e Paulo, Lino foi o primeiro que recebeu o episcopado em Roma.”.  Agora, a data deste martírio, de acordo com a tradição, recebeu lugar no décimo quarto ano de Nero ou 67 d.C; se, em seguida, deduzimos 25 anos, chegamos a 42 d.C, que é precisamente a data prevista para a primeira visita de São Pedro a Roma por São Jerônimo, em sua obra “De Viris Illustribus”. Lembrando que Jerônimo foi o tradutor da Crônica de Eusébio suas palavras podem ter sido tomadas por ser muito acostumado com as obras de Eusébio, incluindo o seu perdido ‘Registros dos Martírios Antigos’, e com as fontes que ele usou. Jerônimo escreve o seguinte: “Simão Pedro, príncipe dos Apóstolos, depois do episcopado da Igreja de Antioquia e pregando para a dispersão e os da circuncisão, que tinham acreditado no Ponto, Galácia, Capadócia, Ásia e Bitínia, no segundo ano de Cláudio vai a Roma para se opor a Simão, o Mago, e lá por 25 anos ocupou a cadeira sacerdotal até o último ano de Nero, isto é, o décimo quarto.’ Agora, aqui no meio de uma certa confusão, que serão tratadas com atualmente, uma data definitiva é dada para a primeira chegada de Pedro em Roma, e, note-se, é a data de sua fuga da perseguição de Herodes Agripa e seu desaparecimento da narrativa de Atos.

Esta evidência de Jeromimo, será vista assim, repousa sobre a de Eusébio, e aquelas das autoridades anteriores que esse historiador consultou. Tem sido dito que uma das condições da solidez de uma tradição histórica foi a amplitude e a unanimidade da sua recepçãoAgora, provavelmente, nunca houve qualquer tradição tão universalmente aceita, e sem uma única voz discordante, como aquela que associa a fundação e organização da Igreja de Roma, com o nome de São Pedro e que fala de sua conexão ativa com a Igreja como estendida por um período de cerca de 25 anos.

É desnecessário multiplicar referências. No Egito e na África, no Oriente e no Ocidente, nenhum outro lugar nunca disputou com Roma a honra de ser a sede de São Pedro; nenhum outro lugar jamais afirmou que ele morreu lá ou que possuía seu túmulo. O mais significativo de tudo é o consenso das Igrejas Orientais, que não falam grego. Um exame atento do armênio e sírio MSS., 121 e, no caso deste último, tanto das autoridades nestorianas quanto jacobitas, através de vários séculos, não foi capaz de descobrir um único escritor que não aceitou a tradição petrina romana.” (http://www.ccel.org/ccel/edmundson/church.v.html)

Depois de todas estas palavras de um erudito católico e outro protestante, pouco se tem a acrescentar, basta dizer somente que quem quer negar o óbvio e tentar por meio de artifício de desonestidade intelectual afirmar que um dos maiores historiadores da Igreja primitiva[2] não acreditava no episcopado de Pedro em Roma, merece apenas ser solenemente ignorado, portanto faço minhas as palavras do maior estudioso patrístico da história:

E, depois de tudo, a coisa toda é tão falsa, tão cruel, e tão ofensiva. A refutação foi por tantas vezes repetida, e é tão fácil, que se sente quase a necessidade de ficar com raiva ao reiterar isso. Eu gostaria de dar a resposta aqui com toda exatidão meticulosa, de modo que não possa haver nenhum espaço para qualquer outra resposta além de declarações falsas ou abuso; mas se sentir como alguém que está usando um bate estacas para matar uma pulga, ou provando a tabuada contando nos dedos de alguém. E, no entanto, é claro, ninguém será convencido se não deseja isso.” (Dom Chapman – Studies On Early Papacy)

 

NOTAS


[1] Na realidade o que São Jerônimo traduziu foi a Cronografia de Eusébio e não as Crônicas já perdidas, porém hoje é comum chamar a Cronografia de Crônicas, como estamos fazendo aqui. 
 
[2] Além de tudo, não é só Eusébio dentre as autoridades primitivas que apoiam o fato de Pedro 25 anos em Roma.

São Jerônimo

Simão Pedro, O filho de João, da Vila de Betsaida na província da Galiléia, irmão de André o Apóstolo, e ele mesmo príncipe dos Apóstolos, depois do episcopado da Igreja de Antioquia e pregando para a dispersão e os da circuncisão, que tinham acreditado no Ponto, Galácia, Capadócia, Ásia e Bitínia, no segundo ano de Cláudio vai a Roma para se opor a Simão, o Mago, e lá por 25 anos ocupou a cadeira sacerdotal até o último ano de Nero, isto é o décimo quarto.” (São Jerônimo - Os homens ilustres – 1) [http://www.newadvent.org/fathers/2708.htm]

 A Pregação de Pedro

 “No terceiro ano de Cláudio César, Simon Cefas partiu de Antioquia para ir a Roma. E nos lugares em que ele passou, pregou em vários países a palavra de nosso Senhor. E, quando ele quase chegando em Roma, muitos já tinham ouvido falar dele e saíram para encontrá-lo...” (A Pregação de Pedro - Introdução)

Arnóbio de Sica

Na própria Roma... eles se apressaram em abandonar os costumes de seus ancestrais, para juntar-se a verdade cristã, porque eles tinham visto o orgulho de Simão, o Mago , e sua impetuosa carruagem despedaçados pela boca de Pedro” (Contra os Pagãos, II. 12).

 Hipólito do Ponto

Este Simão [Mago] enganando a muitos por suas feitiçarias em Samaria foi repreendido pelos apóstolos e foi colocado sob uma maldição, como foi escrito nos Atos. Mas ele depois de ter abjurado a fé e tentado [estas práticas], e caminhando até Roma caiu com o apóstolo [Pedro], e a ele, enganou a muitos por suas feitiçarias, Pedro o enfrentou várias vezes." (Philos. VI. 15.)

 

 

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