As mentiras do Apocalipse Protestante! 

O Purgatório (I).

O Purgatório (I).

Infelizmente o protestantismo por falta da sabedoria Divina e da ação no Espírito Santo em seu meio nega a existência do purgatório, os protestantes se utilizam de argumentos chulos e sofismas para assim tentar negar esse Dogma de fé Católico, nesse tópico eu provarei que o purgatório é mais Bíblico do que eles imaginam.

O que devemos entender em primeiro lugar é que todos os pecados causam danos a sua alma, porém nem todos os pecados possui a mesma conseqüência, existem os pecados (Mortais) e os pecados (Não Mortais ou Veniais).

I João 5

16. Se alguém vê seu irmão cometer um pecado que não o conduza à morte, reze, e Deus lhe dará a vida; isto para aqueles que não pecam para a morte. Há pecado que é para morte; não digo que se reze por este.
17. Toda iniqüidade é pecado, mas há pecado que não leva à morte.

Sabemos que todos os pecados causam danos a sua alma, porém sabemos que nem todos os pecados levam a morte de sua alma (A morte da Alma é ser jogada no lago de fogo Apocalipse 20-14). 

Bem aqueles que morrem com pecados mortais não expiados em vida terão como recompensa o lago de fogo (inferno).

Agora eu pergunto:

O que acontece com aqueles que morrem com pecados não mortais e não expiados em vida? São João diz que nada de impuro pode Entrar na Nova Jerusalém.

Apocalipse 21

27. Nela não entrará nada de profano nem ninguém que pratique abominações e mentiras, mas unicamente aqueles cujos nomes estão inscritos no livro da vida do Cordeiro.

Jamais uma pessoa que morreu com um pecado não mortal poderá ser jogada no inferno, esse pecado não tem essa consequência, por outro lado sabemos que ela não poderá entrar na Nova Jerusalém porque mesmo não estando com um pecado mortal ela estará impura pelo seu pecado Venial, sendo assim essa alma terá que passar pela purificação e assim entrar no Reino de Deus.

Vamos entender essa purificação Biblicamente, Jesus Cristo nos mostra a purificação da Alma na parábola do Servo Cruel.

Mateus 18

23. Por isso, o Reino dos céus é comparado a um rei que quis ajustar contas com seus servos.

Observam que Jesus Cristo está falando unicamente do (Reino dos Céus) ele não está aqui explicando nada sobre inferno.  

24. Quando começou a ajustá-las, trouxeram-lhe um que lhe devia dez mil talentos.
25. Como ele não tinha com que pagar, seu senhor ordenou que fosse vendido, ele, sua mulher, seus filhos e todos os seus bens para pagar a dívida.
26. Este servo, então, prostrou-se por terra diante dele e suplicava-lhe: Dá-me um prazo, e eu te pagarei tudo!
27. Cheio de compaixão, o senhor o deixou ir embora e perdoou-lhe a dívida.

Agora Jesus Cristo faz a comparação do Rei acertando as contas com seu servo e (Deus), no caso esse servo devia dez mil talentos (uma quantia considerável na época) o que figuralmente retratava seus pecados veniais cometidos, porém o Rei (Deus) estava totalmente disposto pela misericórdia divina perdoá-lo de toda sua divida (seus pecados).    

28. Apenas saiu dali, encontrou um de seus companheiros de serviço que lhe devia cem denários. Agarrou-o na garganta e quase o estrangulou, dizendo: Paga o que me deves!
29. O outro caiu-lhe aos pés e pediu-lhe: Dá-me um prazo e eu te pagarei!
30. Mas, sem nada querer ouvir, este homem o fez lançar na prisão, até que tivesse pago sua dívida.

Após o Rei (Deus) ter se colocado totalmente disposto a perdoá-lo, o servo não se coloca com a mesma disposição com seu companheiro que lhe devia apenas cem dentários (uma quantia bem inferior da que ele devia para o Rei) sendo assim o servo se demonstra uma pessoa totalmente cruel e egoísta, pois devemos perdoar a todos os nossos irmãos, seja qualquer tipo de ofensas.

31. Vendo isto, os outros servos, profundamente tristes, vieram contar a seu senhor o que se tinha passado.
32. Então o senhor o chamou e lhe disse: Servo mau, eu te perdoei toda a dívida porque me suplicaste.
33. Não devias também tu compadecer-te de teu companheiro de serviço, como eu tive piedade de ti?

Assim o Rei (Deus) pede contas ao servo, pois ele estava totalmente disposto a perdoá-lo de todas as suas dividas (purificar de todos os seus pecados em vida), mas o servo não agiu como na oração do pai nosso.

Perdoai as nossas dividas assim como nós perdoamos aqueles que nos devem.

A obra de purificação do servo cruel não foi completa, ele quis apenas seu bem estar deixando de lado a misericórdia com seus companheiros, assim sua purificação não pode ser feita em vida para sua entrada no Reino; Jesus Cristo então nos apresenta outro tipo de purificação para esses pecados não mortais.       

34. E o senhor, encolerizado, entregou-o aos algozes, até que pagasse toda a sua dívida.
35. Assim vos tratará meu Pai celeste, se cada um de vós não perdoar a seu irmão, de todo seu coração.

Então o Rei (Deus) que estava totalmente disposto a perdoá-lo de todos seus pecados (com tanto que ele também perdoasse seus companheiros) retém esse perdão e sua entrada no Reino, assim Deus o entregou aos (ALGOZES) para ser pago ali sua divida (purificado seus pecados não mortais) e só depois dessa purificação ele poderia entrar no Reino de Deus.

Para quem não sabe (ALGOZES) significa (CASTIGO), esse é o castigo de penitencia para purificação desses pecados não mortais e não expiados em vida. 

       

  • Aquele que morre em total graça e santidade vai para o paraíso de Deus.
  • Aquele que morre em amizade com Deus, mas com pecados não mortais passa pelos algozes (purgatório) para se purificar e entrar no paraíso de Deus.
  • Aquele que morre em total inimizade com Deus e com pecado mortais tem como recompensa o fogo eterno.       

Não podemos deixar de lembrar que a argumentação protestante de que o purgatório invalida a obra de redenção de Jesus Cristo na cruz é totalmente nula, pois com esse mesmo argumento eu poderia colocar que a confissão e o batismo também invalidam a redenção de Jesus Cristo na cruz, pois tanto o batismo como a confissão nos purifica de nossos pecados cometidos. E o purgatório é só um desses preceitos para total purificação de nossos pecados não mortais cometidos, mas não expiados em vida.  

Bem essa foi a primeira matéria sobre o purgatório.

Autor: Cris Macabeus.

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