As mentiras do Apocalipse Protestante! 

Desmascarando (Ellen G.White) e seus discípulos.

Desmascarando (Ellen G.White) e seus discípulos.

Ellen G. White a mentirosa do milênio.

Ellen G. White, esse é o nome do Pinóquio de gênero feminino, essa mulher deixou (Barjesus Mago e Simão o Mago) no chão, rica em mentiras, seduções e dona de uma magia hipnótica, essa mulher levou um grande numero de Cristãos a caírem em suas alucinações, maluquices e esquizofrenias, portadora de uma crença judaizante misturada com devaneios agnósticos e um sincretismo com as religiões africanas, (Ellen G. White) fez com que seus discípulos caíssem no caminho da perdição e nas fábulas humanas.

Assim diz a Bíblia Sagrada sobre os magos e falsos profetas:

“6. Percorreram toda a ilha até Pafos e acharam um judeu chamado Barjesus, mago e falso profeta, 7. que vivia na companhia do procônsul Sérgio Paulo, homem sensato. Este chamou Barnabé e Saulo, e exprimiu-lhes o desejo de ouvir a palavra de Deus. 8. Mas Élimas, o Mago - pois assim é interpretado o seu nome -, se lhes opunha, procurando desviar da fé o procônsul. 9. Então Saulo, chamado também Paulo, cheio do Espírito Santo, cravou nele os olhos e disse-lhe: 10. Filho do demônio, cheio de todo engano e de toda astúcia, inimigo de toda justiça, não cessas de perverter os caminhos retos do Senhor!” (Atos capítulo 13)

“9. Ora, havia ali um homem, por nome Simão, que exercia magia na cidade, maravilhando o povo de Samaria, e fazia-se passar por um grande personagem.” (Atos capítulo 8)

Assim diz a Bíblia Sagrada sobre as fábulas humanas:

“3. Porque virá tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação. Levados pelas próprias paixões e pelo prurido de escutar novidades, ajustarão mestres para si. 4. Apartarão os ouvidos da verdade e se atirarão às fábulas.” (II Timótio capítulo 4)

Bem meus irmãos, nesse artigo eu irei provar que essa mulher nada mais é do que uma falsária, enganadora, mentirosa e trabalhou em favor do adversário, usarei seus próprios escritos e na luz do Cristianismo provarei que as suas doutrinas na verdade são doutrinas satânicas, aliás, irei mostrar que ela deixou seus próprios seguidores em uma sinuca de bico, ou seja, profetizou o que não aconteceu e hoje os seus seguidores fazem uma verdadeira manobra em seus escritos para justificar os seus erros proféticos.

Primeiramente eu devo esclarecer como nasceu a seita chamada (Adventista do 7º dia); peço ao leito que observem atentamente as minhas explicações, pois essa seita adventista de (Ellen G. White) já nasceu em volto de um erro profético. Tudo começou quando (Guilherme Miller) nascido em 15/02/1782 profetizou por volta de (1816 a 1818) a segunda vinda de Jesus Cristo para o dia (22 de outubro de 1844), esse era o dia marcado para o retorno glorioso do Nosso Senhor, segundo (Miller), ele deduziu isso estudando as Escrituras Sagradas como um verdadeiro perito em teologia, no entanto esse senhor esqueceu de ler aquele famoso texto Bíblico onde diz:

“32. A respeito, porém, daquele dia ou daquela hora, ninguém o sabe, nem os anjos do céu nem mesmo o Filho, mas somente o Pai.” (Marcos capítulo 13) 

Resumindo, chegou o dia marcado por (Miller), todos seus discípulos atentos esperando a volta de Jesus Cristo, no entanto esse famoso dia ficou marcado como (O dia do Grande Desapontamento); Jesus Cristo não voltou, (Miller) faleceu cinco anos mais tarde, porém os filhos das trevas são mais astutos que os filhos da luz, satanás deixou (Miller) e influenciou com suas artes malignas um pequeno grupo de seguidores desse falsário, assim (Ellen G. White) começa a profetizar no mesmo ano do (Grande Desapontamento), ou seja, a seita de (White) já nasceu em cima de uma grande erro profético.

"Nesta época visitei a irmã Haines, uma irmã em Cristo cujo coração estava cingido ao meu. Éramos cinco pessoas, todas mulheres, reverentemente curvadas ante o altar da família. Enquanto orávamos, o poder de Deus desceu sobre mim como antes não o experimentara ainda. Pareceu-me estar rodeada de luz, e ir-me elevando acima da Terra." (Testemunhos Seletos, vol. 2, p. 270)    

Assim diz a Bíblia Sagrada sobre os falsos profetas:

“22. Quando o profeta tiver falado em nome do Senhor, se o que ele disse não se realizar, é que essa palavra não veio do Senhor. O profeta falou presunçosamente. Não o temas.” (Deuteronômio capítulo 18)

Erros em cima de erros, mentiras em cima de mentiras, esse é o legado da seita (Adventista do 7º Dia), com o intuito de dar continuidade ao trabalho maligno de (Miller), a falsária (Ellen G. White) inventa uma forma de ludibriar aqueles seguidores, os mesmos que ficaram desapontados com o erro profético de (Miller); agora a falsária diz que (Miller) não errou, ele apenas não entendeu a sua própria profecia, segundo (Ellen G. White), não era para Jesus Cristo voltar gloriosamente em (1844) e sim iniciar um suposto ministério investigativo do seu Juízo, nesse ministério ele voltaria ocultamente para investigar aqueles que serão salvos e aqueles que serão condenados, também nesse ano aconteceu uma espécie de purificação no Santuário Celestial e a entrada de Jesus Cristo no lugar Santo dos Santos desse mesmo santuário, então (Ellen G. White) e seus novos adeptos, fizeram um re-estudo das Escrituras Sagradas e em cima do suposto re-estudo, (Ellen G. White) determinou que em (1844) Jesus Cristo havia feito a suposta purificação no Santuário Celestial e entrado no lugar Santo dos Santos onde fica o trono de Deus; para sustentar mais esse erro teológico, a falsária e seus adeptos inventaram uma doutrina maligna de que a redenção não foi efetivada na crucificação de Jesus Cristo e sim perpetuou até (1844) quando supostamente Jesus Cristo teria feito essa purificação do Santuário Celestial, para isso eles deturparam o texto de (Hebreus 9-24,25) e (Daniel 9-24 e Daniel 8-14).

"Antes que se complete a obra de Cristo parra a redenção do homem, há também uma expiação para tirar o pecado do santuário. Este é o serviço iniciado quando terminaram os 2300 dias. Naquela ocasião, conforme fora predito pelo profeta Daniel, nosso Sumo Sacerdote entrou no lugar santíssimo para efetuar a última parte de sua solene obra - purificar o santuário" (Livro Adventista: O Conflito do Século, p.421)

"Destarte os que seguiram a luz da palavra profética viram que, em vez de Cristo vir à terra, ao terminarem em 1844 os 2300 dias, entrou ele então no lugar santíssimo do santuário celeste, a fim de levar a efeito a obra final da expiação, preparatória à sua vinda" (Ibid.,p.421) 

Há dois erros teológicos nessa doutrina maligna.

1º) A redenção foi totalmente cumprida na Crucificação, ao contrario do que eles pregam:

Nesse texto das Escrituras Sagradas, Jesus Cristo diz (Está Tudo Consumado)

“30. Havendo Jesus tomado do vinagre, disse: Tudo está consumado. Inclinou a cabeça e rendeu o espírito.” (João capítulo 19)

Se tudo foi consumado na Crucificação é porque nada ficou para depois, muito menos para o ano de (1844), devemos levar em consideração outra questão, desde quando um Santuário Celestial precisaria de purificação? A pergunta fica no ar, pois o próprio livro de Hebreus diz que o Santuário Celestial é perfeito.

2º) Os textos Bíblicos usados por (Ellen G. White) para sustentar o seu erro profético, nada tem a ver com as suas teorias, os textos de Daniel diz a respeito da purificação do Templo realizado por Judas Macabeus e a respeito do nascimento de Jesus Cristo, já o texto de Hebreus diz a respeito da redenção de Jesus Cristo na Cruz e a sua Ascensão.

Vou começar com o texto de (Daniel 9-24), pois os adventistas dizem que nesse texto Daniel profetizou uma suposta purificação no Santuário Celestial que ocorreu em (1844):

“24. Setenta semanas foram fixadas a teu povo e à tua cidade santa para dar fim à prevaricação, selar os pecados e expiar a iniqüidade, para instaurar uma justiça eterna, encerrar a visão e a profecia e ungir o Santo dos Santos.” (Daniel capítulo 9)

Esse é o texto em que os adventistas usam para defender as suas teorias, porém vamos analisar corretamente o texto, para entender o inicio das setentas semanas devemos levar em consideração o inicio do versículo (25) onde diz: “desde a declaração do decreto sobre a restauração de Jerusalém até um chefe ungido” , o texto diz, desde a declaração da restauração de Jerusalém, ou seja, as setentas semanas se inicia a partir do restauração de Jerusalém, isso ocorreu por volta de (455 A.C), quando Jerusalém fora reconstruída depois do Exílio Babilônico; Daniel usou a foram de contagem Levítica.

“8. Contarás sete anos sabáticos, sete vezes sete anos, cuja duração fará um período de quarenta e nove anos.” (Levítico capítulo 25)

No caso de Daniel, seria 70x7 e não 7x7, conta simples.

70x7 = 490 anos.

Lembrando que não há uma exatidão numérica entre os Hebreus, pois eles trabalhavam com números lógicos e perfeitos como (7) e (12), também não há uma exata precisão nas datas, pode haver uma diferença entre (5 a 10) anos, mesmo assim, conseguimos entender perfeitamente que Daniel estava profetizando a redenção de Jesus Cristo na Cruz e a eliminação do véu no Templo ligando o lugar Santo com o lugar Santo dos Santos, fato ocorrido praticamente (490) anos depois da reconstrução da Cidade de Jerusalém.

Obs. “Sem levar em consideração que as datas fornecidas podem existir uma diferença de cinco a dez anos.”

Depois dessa análise, conseguimos compreender perfeitamente que esse texto de Daniel não se refere as teorias malignas adventistas, nada tem a ver com uma suposta purificação no Santuário Celestial em (1844).   

Agora vou passar para o texto de (Daniel 8-14):

“13. Ouvi um santo que falava, a quem outro santo respondeu: quanto tempo durará o anunciado pela visão a respeito do holocausto perpétuo, da infidelidade destruidora, e do abandono do santuário e do exército calcado aos pés? 14. Respondeu: duas mil e trezentas noites e manhãs. Depois disso o santuário será restabelecido.” (Daniel capítulo 8)

Bem, segundo os adventistas esse texto está ligado a (Daniel 9-24) e as (2300) noites e manhãs correspondem a anos, sendo assim, eles julgam que após o decreto de reconstrução de Jerusalém por volta de (455 A.C ou 475 A.C) até (1844 D.C) foram exatamente (2300) noites e manhãs convertidos em anos, segundo os adventistas do 7º, nesse ano nasceu as profecias de (Ellen G. White), Jesus Cristo fez a suposta purificação no Santuário Celestial passando do lugar Santo para o Santo dos Santos, logo após essa purificação ele retornou ao mundo fazendo um suposto ministério investigativos do seu Juízo, parece loucura meus irmão, mas para os adventista Jesus Cristo já voltou ocultamente e anda no meio de nós com sua agenda fazendo uma pesquisa sobre, quem será salvo e quem será condenado.

Na verdade é uma contradição em cima de contradição, mas eu vou acabar com mais essa teoria diabólica com um versículo Bíblico de (Daniel 8), observem que esse versículo faz parte do mesmo contexto usado por eles para defenderem suas maluquices.

20. O carneiro de dois chifres, que viste, simboliza os reis da Média e da Pérsia. 21. O bode valente é o rei de Javã; o grande chifre que ele tem entre os olhos é o primeiro rei. (Daniel capítulo 8)              

Parece piada, mas o texto de (Daniel 8) não se refere a um período depois de Cristo e sim a um período antes de Cristo, período esse em que o Reino dos Medos e Persas fora derrotado pelo Reino de Javã, ou seja, o reino de Alexandre Magno, agora fica a pergunta, de onde esses malucos retiraram a idéia de que as (2300) noites e manhãs correspondem ao ano de (1844 D.C)? Podemos ver que Daniel estava se referindo ao Reino Pesa e ao império de Alexandre Magno.

Agora eu vou explicar o real significado das (2300) noites e manhãs citado por Daniel.

Primeiro devemos entender que Reino Medos e Persas fora derrotados por Alexandre Magno, assim como Daniel profetizou.

“1. Ora, aconteceu que, já senhor da Grécia, Alexandre, filho de Filipe da Macedônia, oriundo da terra de Cetim, derrotou também Dario, rei dos persas e dos medos e reinou em seu lugar.” (I Macabeus capítulo 1)

Como Daniel mesmo profetizou esse (Bode) seria (Alexandre Magno), continuando suas profecias, Daniel diz que um chifre pequeno nasceria da ruptura desse bode e esse chifre apontaria para Jóia dos Paises (Jerusalém).

8. Então o bode tornou-se muito grande. Mas, assim que se tornou poderoso, seu grande chifre quebrou-se e foi substituído por quatro chifres que cresciam em direção dos quatro ventos do céu. 9. De um deles saiu um pequeno chifre que se desenvolveu consideravelmente para o sul, para o oriente e para a jóia (dos países). (Daniel capítulo 8)

Esse pequeno chifre que surgiu da ruptura do bode nada mais era que (Antioco Epífanes), considerado por muitos a Besta do (AT), ele invadiu Jerusalém maculando o Templo novamente, assim se cumpriu as profecias de Daniel a respeito desse pequeno chifre.

“8. Alexandre havia reinado doze anos ao morrer. 9. Seus familiares receberam cada qual seu próprio reino. 10. Puseram todos o diadema depois de sua morte, e, após eles, seus filhos durante muitos anos; e males em quantidade multiplicaram-se sobre a terra. 11. Desses reis originou-se uma raiz de pecado: Antíoco Epífanes, filho do rei Antíoco, que havia estado em Roma, como refém, e que reinou no ano cento e trinta e sete do reino dos gregos.” (I Macabeus capítulo 1)

Então (Antioco Epífanes) invade a Jóia dos Paises, assim como Daniel Profetizou.

“20. Após ter derrotado o Egito, pelo ano cento e quarenta e três, regressou Antíoco e atacou Israel, subindo a Jerusalém com um forte exército. 21. Penetrou cheio de orgulho no santuário, tomou o altar de ouro, o candelabro das luzes com todos os seus pertences” (I Macabeus capítulo 1)

As (2300) noites e manhãs se referem exatamente aos (2300) holocaustos que faltaram no Reino de Israel até a purificação do Templo realizado por Judas Macabeus e seus Irmãos, pois era uma ordenação mosaica realizar um sacrifício pela manhã e outro à tarde no inicio da noite. assim, os 2300 se refere aos holocaustos e não a dias corridos, no caso, seriam 2300 holocaustos dividido por dois, ou seja, seriam 2300 holocaustos em 1150 dias, pois eram realizados dois holocaustos no mesmo dia.

“38 Isto, pois, é o que oferecereis sobre o altar: dois cordeiros de um ano, cada dia, continuamente. 39 Um cordeiro oferecerás pela manhã, e o outro cordeiro oferecerás à tarde (Êxodo capítulo 29)

Esse fora exatamente o tempo em que (Antioco Epífanes) reinou em Israel, nesse tempo fora proibido de se realizar os holocaustos de manhã e a tarde, sendo o holocausto restabelecido com a Festa da Dedicação. 

Observem como nesse texto mostra (Antioco Epífanes) abominando, manchando e banindo os holocaustos no Templo.

"44. Por intermédio de mensageiros, o rei enviou, a Jerusalém e às cidades de Judá, cartas prescrevendo que aceitassem os costumes dos outros povos da terra, 45. suspendessem os holocaustos, os sacrifícios e as libações no templo, violassem os sábados e as festas, 46. profanassem o santuário e os santos .....54. No dia quinze do mês de Casleu, do ano cento e quarenta e cinco, edificaram a abominação da desolação por sobre o altar e construíram altares em todas as cidades circunvizinhas de Judá.” (I Macabeus capítulo 1)

Nesse outro texto podemos observar a purificação do Templo e a volta dos holocaustos.

“52. No dia vinte e cinco do nono mês, isto é, do mês de Casleu, do ano cento e quarenta e oito, eles se levantaram muito cedo, 53. e ofereceram um sacrifício legal sobre o novo altar dos holocautos, que haviam construído. 54. Foi no mesmo dia e na mesma data em que os gentios o haviam profanado, que o altar foi de novo consagrado ao som de cânticos, das harpas, das liras e dos címbalos. 55. Todo o povo se prostrou com o rosto em terra para adorar e bendizer no céu aquele que os havia conduzido ao triunfo. 56. Prolongaram por oito dias a dedicação do altar, oferecendo com alegria holocaustos e sacrifícios de ações de graças e de louvores. 57. Adornaram a fachada do templo com coroas de ouro e com pequenos escudos, consagraram as entradas do templo e os quartos, nos quais colocaram portas. 58. Reinou uma alegria imensa entre o povo e o opróbrio das nações foi afastado. 59. Foi estabelecido por Judas e seus irmãos, e por toda a assembléia de Israel que os dias da dedicação do altar seriam celebrados cada ano em sua data própria, durante oito dias, a partir do dia vinte e cinco do mês de Casleu, e isto com alegria e regozijo.”  (I Macabeus capítulo 4)  

Assim cai por terra a teoria maligna adventista, teoria de que essas profecias se realizaram em (1844 D.C) quando na verdade essas profecias se realizaram entre (175 a 165 A.C).

Realmente (Ellen G.White) se perdeu em espaço e tempo, só resta aos adventistas seguirem o livro de Daniel de acordo com a Bíblia Sagrada ou de acordo com a falsária.

Agora vou começar as explicações sobre o livro de (Hebreus 9-24).      

“24. Eis por que Cristo entrou, não em santuário feito por mãos de homens, que fosse apenas figura do santuário verdadeiro, mas no próprio céu, para agora se apresentar intercessor nosso ante a face de Deus. 25. E não entrou para se oferecer muitas vezes a si mesmo, como o pontífice que entrava todos os anos no santuário para oferecer sangue alheio.” (Hebreus capítulo 9)

Quero que o leitor observe atentamente alguns versículos anteriores a esse citado pela falsária:

11. Porém, já veio Cristo, Sumo Sacerdote dos bens vindouros. E através de um tabernáculo mais excelente e mais perfeito, não construído por mãos humanas (isto é, não deste mundo), 12. sem levar consigo o sangue de carneiros ou novilhos, mas com seu próprio sangue, entrou de uma vez por todas no santuário, adquirindo-nos uma redenção eterna. (Hebreus capítulo 9)

Nesses versículos (11-12) podemos entender que todo o texto (Hebreus capítulo 9) se refere apenas à primeira vinda de Jesus Cristo e a sua obra de redenção na Cruz, ou seja, após a sua obra de redenção, Nosso Senhor se assenta a direita do Pai; outra particularidade nos versículos (24-25) é que o texto diz “para agora se apresentar intercessor nosso ante a face de Deus”, o texto é bem claro, o autor diz (Agora Jesus Cristo já entrou no Santuário Celestial para ser o nosso intercessor junto ao Pai), jamais o autor se referiu a um evento futuro e sim um evento contemporâneo ao dele, se o autor de Hebreus se referisse a um tempo futuro Jesus Cristo só seria nosso intercessor depois de (1844). Bem, o capítulo termina com a promessa da segunda vinda de Jesus Cristo, assim como outros livros Bíblicos.

“28. assim Cristo se ofereceu uma só vez para tomar sobre si os pecados da multidão, e aparecerá uma segunda vez, não porém em razão do pecado, mas para trazer a salvação àqueles que o esperam.” (Hebreus capítulo 9)

A promessa nesse texto é de uma segunda vinda de Jesus Cristo para buscar aqueles que foram salvos, não há nada nesse texto referente a uma suposta purificação do Santuário Celestial antes do seu retorno, infelizmente a seita adventista do 7º dia já nasceu na mentira.

Outro ponto importante a ser refutado nessa doutrina maligna é fato dos adventistas afirmarem que no ano de (1844) Jesus Cristo passou do lugar Santo ao lugar Santo dos Santos, para entender essa maluquice de uma mente deturpada, eu terei que mostrar qual o formato do Santuário Celestial no qual Moises usou como modelo para o Tabernaculo terreno.

Vide a imagem:

 

Podemos observar pelo modelo do tabernáculo, que existia um lugar Santo onde ficavam os sacerdotes, também existia um lugar Santo dos Santos, onde ficava a Arca da Aliança, no lugar Santo dos Santos só o sumo sacerdote purificado poderia entrar, a Arca da Aliança representava o próprio Deus em seu trono no Santuário Celestial, sendo assim, existia um lugar para os sacerdotes e outro para Deus, os dois lugares eram separados por um véu onde só o sumo sacerdote totalmente purificado poderia atravessar esse véu, essas informações podemos observar nas Escrituras Sagradas:

“33. Colocarás o véu debaixo dos colchetes, e é ali, atrás do véu, que colocarás a arca da aliança. Esse véu servirá para separar o ‘santo’ do ‘santo dos santos’. 34. É no santo dos santos que colocarás a tampa sobre a arca da aliança”. (Êxodo capítulo 26)

“21. Na tenda de reunião, diante do véu que oculta a arca da aliança, Aarão e seus filhos prepararão esse óleo para que ele se queime desde a tarde até pela manhã em presença do Senhor. Essa é uma lei perpétua para os israelitas e suas gerações vindouras.” (Êxodo capítulo 27)

“6. Colocarás o altar diante do véu que oculta a arca da aliança, em frente do propiciatório que se encontra sobre a arca, no lugar onde virei a ti.” (Êxodo capítulo 30)

“22. Ali virei ter contigo, e é de cima da tampa, do meio dos querubins que estão sobre a arca da aliança, que te darei todas as minhas ordens para os israelitas.” (Êxodo capítulo 25)

Bem, como o tabernáculo é modelo do Santuário Celestial, os adventistas deduziram que nesse Santuário também existia um véu e que Jesus Cristo só atravessou esse véu passando do Lugar Santo para o lugar Santo dos Santos em (1844), ou seja, até (1844) Jesus Cristo não estava com o Pai em seu trono e era considerado apenas um simples sacerdote impuro, segundo a seita adventista do 7º dia, até essa data no qual ficou marcado como o (Grande Desapontamento), a obra de redenção ainda não havia sido cumprida e Jesus Cristo estava aguardando por trás do véu uma permissão para adentrar no lugar Santo dos Santos e assim sentar a direita do Pai, mas será isso mesmo que a Bíblia Sagrada diz?

“11. Porém, já veio Cristo, Sumo Sacerdote dos bens vindouros. E através de um tabernáculo mais excelente e mais perfeito, não construído por mãos humanas (isto é, não deste mundo), 12. sem levar consigo o sangue de carneiros ou novilhos, mas com seu próprio sangue, entrou de uma vez por todas no santuário, adquirindo-nos uma redenção eterna.” (Hebreus capítulo 9)

Com esse pequeno texto acabamos com duas heresias, nesses versículos diz que Jesus Cristo (entrou de uma vez por todas dentro do Santuário como SUMO SACERDOTE, ou seja, ele não era um simples sacerdote para ficar aguardando no lugar Santo, ele tinha livre acesso ao lugar Santo dos Santos onde fica o Trono de Deus, simbolizado pela Arca da Aliança no tabernáculo terreno), também o texto diz que (com seu sangue adquiriu uma redenção ETERNA), sendo assim meus irmãos, não sobrou mais nada na obra de redenção para Jesus Cristo realizar em (1844) e muito menos entrar no lugar Santo dos Santos no Santuário Celestial.      

Mas os adventistas podem vir com a idéia de que Jesus Cristo entrou no Santuário apenas no lugar Santo e não nos lugar Santo dos Santos, porém isso seria totalmente Ant-Bíblico, pois todos nós sabemos que o Trono de Deus fica no lugar Santo dos Santos e não no lugar Santo; a Bíblia Sagrada é bem clara na afirmação de que Jesus Cristo depois da sua Ascensão se assentou a direita do Pai, ou seja, ele foi direto ao lugar Santo dos Santos onde fica o trono de Deus.

“1. O ponto essencial do que acabamos de dizer é este: temos um Sumo Sacerdote, que está sentado à direita do trono da Majestade divina nos céus, 2. Ministro do santuário e do verdadeiro tabernáculo, erigido pelo Senhor, e não por homens.” (Hebreus capítulo 8)

Apenas com esse texto eu poderia acabar de uma vez por todas com essa teoria maligna adventista, o texto de Hebreus diz que Jesus Cristo (SUMO SACERDOTE) está sentado a direita do (TRONO) da majestade Divina, ou seja, Jesus Cristo já estava dentro do lugar Santo dos Santos no Santuário Celestial. Essa carta aos Hebreus fora escrita por volta de (70 D.C), sendo assim, em (1844) fazia no mínimo dezessete séculos que Jesus Cristo havia entrado no lugar Santo dos Santos; ou o livro de Hebreus está errado ou os adventistas do 7º dia se perderam na matemática, mas para colaborar com o texto de Hebreus eu acrescentarei outros textos das Escrituras Sagradas.

“19 Ora, o Senhor, depois de lhes ter falado, foi recebido no céu, e assentou-se à direita de Deus.” (Marcos capítulo 16)

“56 E disse: Eis que vejo os céus abertos, e o Filho do homem, que está em pé à mão direita de Deus.” (Atos capítulo 7)

“34 Quem é que condena? Pois é Cristo quem morreu, ou antes quem ressuscitou dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós.” (Romanos capítulo 8)

“21 Ao que vencer lhe concederei que se assente comigo no meu trono; assim como eu venci, e me assentei com meu Pai no seu trono.” (Apocalipse capítulo 3)   

A salvação da teoria adventista seria dizer que o Trono de Deus não fica no lugar Santo dos Santos e que a Arca da Aliança não figurava esse Trono onde Deus se faz presente, porém isso seria uma loucura da parte deles, sendo que o tabernáculo terreno é figuração do Santuário Celestial, e no tabernáculo Arca da Aliança simboliza onde Deus se faz presente.   

Para terminar a primeira parte do artigo, vale lembrar que, não existe mais véu separando o lugar Santo do lugar Santo dos Santos, pois no próprio Templo de Salomão esse véu foi rasgado.

“50. Jesus de novo lançou um grande brado, e entregou a alma. 51. E eis que o véu do templo se rasgou em duas partes de alto a baixo, a terra tremeu, fenderam-se as rochas.” (Mateus capítulo 17)

Bem meus irmãos, assim eu termina o primeiro artigo sobre (Ellen G. White), nos próximos artigos eu continuarei refutando outras profecias dessas falsária.

Autor: Cris Macabeus.

Colaboração: Rafael Rodrigues (Apologistas Católicos)

Referencias bibliográficas.

Bíblia versão dos Monges de Maredsous (Bélgica) editora Ave Maria.

Bíblia de Jerusalém.

Testemunhos seletos (Livro Adventista).

O Grande Conflito de Ellen G. White. (Livro Adventista).

Fundadores da mensagem publicado pela CPB em 1995.

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